Temos muita experiência em transporte. Em 10 anos, temos uma “frota” e transportamos nossas coisas das mais diversas formas. A cada lançamento (e já foram bem mais de 100) são aproximadamente 30 quilos de equipamento.

Pode ser que a gente vá de carro, onde fazemos caber tudo direitinho, mesmo que pareça impossível encaixar.

Detalhe do carrinho fechado,
que vai junto para ajudar com os itens mais pesados 

Mal se consegue respirar no carro

Chegando no destino, precisamos descarregar e levar para o cinema. Amamos shoppings com supermercado, pois sempre há carrinhos à disposição.

A partir da esquerda: Edna, Mirian e Gláucia

Por avião, agora com a nova regra tarifária nos voos, em que pagamos por volume e com limite de peso, tudo é milimetricamente calculado. 

O equilíbrio é ter menos volumes,
sem ultrapassar o peso permitido
(ainda falta arrumar essa bagagem antes de despachar)

Temos nossa própria “frota” também. 

Esse é o mais sofisticado e profissional que temos

Nossa síntese de reunir diversão e trabalho

Diversão + trabalho na versão rosa

Quando estamos sem carrinho,
nos viramos com… mala de rodinha!
Útil para aliviar o peso e facilitar a locomoção.

Por último, apresento-lhes o “Bidu” (em homenagem ao cachorro, da Turma da Mônica). Não aguenta muito peso, por isso, só leva uns pacotes de fralda e um bebê. 

Esse é o Rafael, filho da Gláucia, com pouco mais de seis meses.
Hoje, ele está com seis anos e não anda mais no Bidu.

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