Outro dia, conversando com uma amiga que têm filhos da idade dos meus, ou seja, passadas da “fase bebê” há alguns anos, fiquei recordando do que mais amava dessa época:

– O cheiro de bebê
– As gargalhadas
– A carinha de anjo quando dorme
– O beiço pré-choro
– O toque da pele

– A sensação do peito formigando quando o leite era sugado
– Quando dormia nas posições mais estranhas (e fofas)

Meu filho Max aos dois meses, há quase nove anos…

– As pernas gorduchas se agitando de alegria
– Quando levava o pé à boca
– A “pescaria” quando lutava para não fechar os olhos
– O bafinho de leite
– As pequenas evoluções de cada dia
– Quando começou a efetivamente se comunicar, seja nos entendendo, seja balbuciando pequenas sílabas
– Os pés fofíssimos
– Segurar um pacotinho no colo (mato a vontade no CineMaterna)

(* editado: claro que depois que postei, lembrei de outras coisas que tenho saudade – mas resolvi me conter, ou não termino nunca)

Do que não sinto saudade? Nem preciso dizer, quem é mãe vai saber.

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