Temos quase 200 voluntárias ativas no Brasil. Ativas porque provavelmente temos a mesma quantidade de mulheres que já passaram pelo CineMaterna e saíram das equipes. A maioria, porque voltou a trabalhar, mas há aquelas que abriram um negócio, começaram uma especialização, ou mudaram de cidade.

São todas mulheres, a imensa maioria, mães. Quem não é mãe, é consultora em amamentação ou doula, profundamente envolvidas com a maternidade. É isso que permite que tenhamos a empatia necessária para acolher as mães do nosso público e seus bebês. Também nos leva a conseguir conversar por horas sobre nosso assunto preferido: ser mãe.

Outro dia, Gláucia e eu resolvemos colocar em ordem os termos de voluntariado, que estavam bagunçados. Tivemos que separar por ordem alfabética. A pilha de papel é impressionante.

Precisou de uma pasta especial para que consigamos manter a ordem. Pink, é claro.

A melhor parte foi rever alguns termos muito antigos, de mulheres que já não estão na equipe, mas nos marcaram: pessoas queridas que tiveram rumos diversos, estão até fora do país. Tem gente que entrou e ficou pouco tempo. Tem quem esteja até hoje, quatro, cinco anos depois. Cada termo tem a sua história e foi uma retrospectiva nostálgica.

Ter mulheres especiais como essas cruzando nosso caminho é um dos maiores presentes do CineMaterna.

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