Esta é a história contada por uma mãe que foi assídua frequentadora da CineMaterna durante sua licença-maternidade. Dia desses, no café, ela me contou que tinha se separado do marido quando a filha nasceu. Voltou a fazer terapia para elaborar melhor o processo, que não é fácil, ainda mais com um bebê pequeno. Rindo, me disse que recebeu uma recomendação do terapeuta: para espairecer, que ela fosse a uma tal de CineMaterna, pois a esposa dele frequentava e elogiava. Achei o máximo!

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