Oi meu filho…

Consegui sobreviver à pior fase da gravidez (para mim). Passou a imensa e profunda fraqueza e mal-estar que assolavam meu corpo. Não era sono, era fraqueza mesmo. Ainda estou enjoada, mas o humor melhorou 956%. Não sinto mais necessidade de morder ninguém, nem de afirmar a cada cinco minutos que esta é a última vez que engravido (mas é, tá?), que quero desistir.

Sei que outros sintomas estão por vir, mas para mim, este início de gravidez é de matar (ou morrer). Dramático, mas genuíno. Invejo profundamente as mulheres que engravidam e não sentem NADA. Nem escrevi sobre isso antes, porque provavelmente, faria uma apologia do aborto ou um manifesto anti-gravidez.

De repente, passou. Por que três meses, para a maioria das que passam mal? Pensando sobre isso, mergulhei em meu útero e vi meu bebê, que tanto precisou de minha energia para virar um serzinho. Tá lá, pequenino, mas praticamente formado. A mágica da vida…

Agora será mais fácil, para mim e para ele.